quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

TESTEMUNHO DE GRAÇA – BENIGNA


     (Depoimento de Carlota Maria de Figueiredo Rodrigues, de Boa Vista-RR) Em janeiro de 1010 apareceram 3 carocinhos ao lado direito da boca da pequena Ricelly. Achávamos que fosse um caso simples e começamos a usar remédios prescritos por pediatras. O problema foi aumentando e procuramos especialistas que foram prescrevendo diversos medicamentos. O problema se agravava ainda mais. A criança passou por diversos especialistas e nada de melhora. As feridas aumentavam pelo rosto e por todo o corpo. Apelamos para tudo: benzedores, orações, remédios caseiros, água benta para lavar, chá de plantas medicinais etc. etc. Uma dermatologista chegou a nos dizer que com aquele novo tratamento, depois de 6 meses a um ano, dava pra ter uma melhora. Quando olhava pra minha neta ficava desesperada com tudo aquilo em uma inocente criança. Um dia, não me lembro qual, só sei que era setembro de 2010, eu estava deitada e Ricelly estava comigo na cama, só que estava dormindo. Olhei o rostinho dela e comecei a chorar. Foi aí que lembrei-me que minha mãe (já falecida) sempre me contava a história de Benigna e, que o povo de Santana tinha muita fé e acreditava que ela seria uma “santa”. Então, com muita fé, pedi a Benigna que com a força que ela lutou para se defender de Raul, ela usasse aquela mesma força ao lado de Deus Pai, e me mostrasse um meio para curar aquela criança tão inocente o tanto quanto era ela, naquela época. Pedi com fé. Não prometi nada. Passaram-se os dias e já era fevereiro de 2011. Pedi ao meu filho, pai de Ricelly que a levasse a um determinado médico, médico este, que poucas pessoas acreditavam nele. Ele foi ao médico com a criança e a mãe dela. Chegando ao consultório relataram todo o fato; o medico olhou e perguntou o que eles queriam, se já estavam fazendo um tratamento. Eles responderam: queremos ouvir a palavra de outro profissional. Então o médico falou que teria um tratamento para o caso, mas não poderia receitar, pois a medicação só era recomendada para crianças acima de 12 anos, pois afetaria a formação dentária, sendo que Ricelly estava por completar apenas oito. Por um momento desesperador a mãe pediu para receitar a medicação por não agüentar olhar sua filha naquela situação. O médico optou por suspender toda medicação e indicou um médico da cidade de Manaus, capital do Amazonas. Então marcamos a consulta por telefone. Só conseguimos para 30 dias depois. Em março de 2011 partimos para mais uma batalha em prol da cura de Ricelly, eu, meu filho e ela. Ao explicar toda situação ao médico perguntei: Doutor tem cura? Quanto tempo? Ele respondeu: tem cura, o tempo é a paciência. Vamos prescrever a medicação e fazer o acompanhamento por algum tempo, pois a medicação para a cura definitiva só pode ser usada aos 14 anos. Voltamos à Boa Vista e com 3 dias já notamos uma melhora. Até os dias atuais só melhora. Então eu pergunto: BENIGNA me mostrou um meio ou não? Eu acredito que meu pedido foi atendido. Como eu não prometi nada a Benigna, tomei a decisão de ir à Santana do Cariri, no Ceará, juntamente com Ricelly, mandar celebrar uma missa em ação de graças no Santuário dessa jovem mártir, e dar meu testemunho. Hoje eu vejo minha neta CURADA! (Carlota Figueiredo esteve em Santana do Cariri, juntamente com a neta agraciada Ricelly e a filha Jussara, no dia 14.01.2012, no Santuário-Memorial de Benigna, numa missa celebrada pelo Pe. Mattioli, da Itália, na qual ela deu seu testemunho de graça)

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